O valor das ideias depois que o tempo passa…

Quem diria que há três anos veríamos notícias como estas:


    Parece que os empreendedores culturais brasileiros deixaram de olhar apenas as “gavetinhas”dos editais de incentivo à cultura e, mais atentos, passaram a buscar outras informações para gerir negócios e projetos.

    Apesar de, na prática, não ser bem esse desenvolvimento todo, a verdade é que mais uma vez, a máxima dos “recursos escassos” prevaleceu. Quem antes enchia-se de orgulho dizendo ser patrocinado por A ou B, agora, vê-se refém dos recursos que nem sempre podem ser empregados como idelizado no projeto inicial.

    Agora, assuntos como Marco Civil da Internet mudam completamente o rumo das atividades de empreendedores, radiodifusores e estilistas de moda … todos foram provocados a mudar estrategicamente para que seus negócios sobrevivessem. Inclusive, agora, o próprio Sebrae coloca-se como servidor desses profissionais e propõe algo inédito, Gestão do Conhecimento para o setor cultural. Até alguns poucos anos, estávamos às voltas com os indicadores culturais e, no momento, o MinC está concluindo seu Sistema Nacional de Informações.

    Tudo que vem acontecendo, inclusive as minhas “dicas plagiadas”, são a maior prova de que quem dizia no passado que eu estava louca, estava completamente correto!


    Mais provocações no artigo em fase de elaboração: Informação e Conhecimento para o Setor Cultural e a Economia Criativa

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