O Estado insidioso

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Quando o Estado resolve tornar-se um saqueador de recursos, a primeira atitude dos gestores públicos sem ética é corromper a ordem e a harmonia dos processos judiciais. Quando um cidadão procura a justiça do trabalho com o intuito de buscar seus direitos, ele jamais imagina as estratégias sórdidas das quais o Estado é capaz de lançar mão para nunca pagar ações trabalhistas.

Desde corromper os sindicatos até demitir mulheres grávidas sem justa causa, até mesmo atitudes insidiosas de lançar mão da participação de outros órgãos que compõem a gestão pública. A ação pode começar na Vara Trabalhista e acabar em Varas de Família e Criminal porque desde o começo os processos foram corrompidos por ações de servidores públicos e gestores sem escrúpulos. O vício dos vícios é a tentativa constante de mudar fatos ou de criar situações que beneficiem os interesses de pessoas que usam insígnias de servidores do Estado.

Nunca imaginei que pudesse travar uma batalha tão destrutiva com o Estado desde que resolvi processar a empresa CEMIG TELECOM e CEMIG por assédio moral e racismo. Nunca em minha vida modesta e de trabalho e estudos, desde sempre, nunca pensei que o Estado fosse capaz de infiltrar pessoas tão sórdidas em meu cotidiano apenas para tirar proveito processual na tentativa de me transformar numa, digamos, “planta sem raciocínio”!

Quando o estado tem nas mão o poder de vazar suas contas de internet, usar suas fotos, invadir sua rede residencial, tirar proveito de seus projetos e empreendimentos pessoais nada pode impedi-lo senão os limites espirituais que, caso possam existir, buscam a transcendência, a compaixão e o respeito ao próximo. Princípios essenciais de qualquer grupo religioso.

Assim como Maria Madalena, a grande incentivadora e discípula do Cristo, foi transformada em nada menos que uma “prostituta”, vejo o Estado transformando vidas comuns em burros de carga destinados a carregar peso extra que servidores sem escrúpulos tomam em conta como proveitosos investimentos de longo e médio prazo.

O Estado vive o pior momento, o momento das trevas em que a Lua se põem alta no céu e nas ruas apenas cachorros em busca de restos de comida. O slogan do Estado é o trabalho no entanto baseado em ações sujas e juridicamente forjadas por pensamentos criminosos tomando como base o amparo das Leis deste país.

Um ambiente nauseado que cheira azedo a mofo e mijo, local onde o Estado pretende chamar de República Democrática, por hora, não passa de uma República Demoníaca que não permite a participação dos cidadãos, apenas os saqueia e extorque sem trabalhar por equilíbrio social.

Nestes casos o que podemos fazer para reverter ações tão obscuras? Somos tão pequenos quanto o Hobbit, somos tão insignificantes quanto as formigas, somos o povo, apenas.

O que podemos fazer? Só podemos fazer o que eles não querem, reestruturar todas as regras do jogo e refazer as normas com as quais as ditas instituições trabalham!  Nunca atenda a burrice burocrática de um sistema corrompido!

É fato vivido!

Publicado por Ana Paula Sena de Almeida

Eu tenho insights! ;-) www.apsaprojetos.com

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