Delegacia de Mulheres: Um Raptor de sonhos

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A pior violência doméstica que pode acontecer é aquela na qual há tamanha previsibilidade e tamanhos abusos que impossibilita a plateia de perceber o alto grau de agressividade do agressor.

Um homem que se aproxima de forma premeditada de qualquer mulher com intuito de roubar-lhe os sonhos e, também, o dinheiro só pode ser classificado como psicopata social. E, há um perfil para este tipo de “criatura”: sedutor, manipulador e pouquíssimo interessado em sentimentos a não ser para instrumentalização e efetivação de seus objetivos. O primeiro objetivo consiste em manter a vítima envolvida numa “história de amor”, quase como um roteiro, destes de filmes água-com-açúcar. O segundo objetivo, tomar o controle total dos sentidos da vítima, dos recursos e da sua liberdade, mesmo que para isso tenha que gerar filhos com ela. Os filhos, neste caso, são de pouquíssima importância para este agressor, a não ser que deles possa tirar proveito enquanto um manipulador obsessivo ou enquanto um pervertido sexual (pedofilia).

Este tipo de agressor utiliza as leis como um membro da “máfia russa”, tirando total proveito das situações mais inusitadas. Procura ser vítima quando lhe convém, procura tomar posse do que não lhe pertence, procura usurpar a infância de filhos, caso os tenha. Nestes casos é dificílimo identificar a verdadeira face do agressor porque ele geralmente se esconde atrás de uma máscara de “bom moço, como são excelentes manipuladores conseguem se comunicar de forma bastante carismática, envolvendo todos em seus dramas ou piadas. Costumam levar as pessoas às conclusões que lhe convém, costuma fazer com que as pessoas atuem da forma como desejam.

Têm hábitos sofisticados, gostam de prazeres sutis, costumam fazer indicações destes prazeres às vítimas que pretendem manipular. Quando ameaçados, negam sumariamente, chegam a ficar muito transtornados e agressivos mas tentam manipular até mesmo esta reação, o objetivo é fazer a vítima se envergonhar de ter duvidado de suas atitudes.

Quando vão golpear suas vítimas costumam ser silenciosos, atuam no subterrâneo, não deixam as pessoas suspeitarem deles em hipótese alguma. Portanto, são capazes de trazer outros cúmplices para atuar seja qual for o delito dos assédios aos assassinatos chamados de crimes perfeitos.  Cobiçam a cabeça de suas vítimas, querem tirar proveito e esmagar sentimentos, para eles, uma vítima deprimida é uma vitória um deleite. Caso este agressor seja um homem cuja a homossexualidade nunca fora revelada, algumas vezes o que eles cobiçam na vítima é a própria feminilidade, há uma inveja desmedida da vagina, um desejo ardente de suga-la até tornarem-se mulheres. Estes agressores são verdadeiros “vampiros” sociais, todas as vezes que se aproximam de alguém parecem sedutores ou cuidadores mas, na verdade, são agressores covardes que nunca permitem que vejam suas faces transfiguradas em demônios famintos de energia.

Cuidado com os raptores de sonhos, são perversos, estão em toda parte e escolhem sempre os mais sonhadores ou empolgados, os mais tímidos, os mais receosos e inseguros e os potencialmente mais brilhantes, porque vibram em alta frequência. Costumam entrar exatamente nas brechas, exatamente naquele dia em que as vítimas se sentem inseguras ou infelizes.

Portanto, NUNCA DUVIDE DE VOCÊ! MATE ESTE DRAGÃO USANDO A ESPADA DAS PERCEPÇÕES MAIS APURADAS!

E SIGA ADIANTE!

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A informação como extensão do corpo

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Quando pensamos em “realidade virtual”, imediatamente relacionamos a tecnologia, as máquinas que conectam corpos humanos a espaços de interatividade eletrônica, jogos, dança, relacionamento, etc. mas sempre penso no oposto como alguma versão de ficção científica ainda não compreendida pela raça humana.

Faço-me a pergunta:

“E se, na verdade, a realidade virtual for a própria vida humana. Momento em que a consciência habita um corpo e pode viver uma história, escolhida por ela mesma com o intuito de autodesenvolvimento?”

Nenhuma novidade há nesta ideia já que alguns “loucos” crentes em vida extraterrestre levam a sério possibilidades como esta, entre outras como passeios através das dimensões.

O corpo humano como máquina biológica, capaz de absorver e decodificar informações, processá-las e alimentar a renovação de uma consciência, desenvolvendo sentimentos, concepções de mundo, sentimentos, religiosidade, singularidade.

Não vou defender teses científicas sobre esta possibilidade, não tenho gabarito para tal. Creio que a própria ciência já vem se encarregando de promover conhecimentos descobertos ainda em 2003, com as pesquisas ligadas ao Projeto Genoma, nas quais informações valiosas sobre a relação do corpo humano (células, cérebro, coração) foram divulgadas e pouco debatidas nas comunidades acadêmicas e opinião pública.

Há um movimento em curso no qual o tratamento da “consciência humana” vem sendo revisitado de todas as formas imagináveis. Cito aqui também os movimentos da tecnologia da informação que busca compreender os mecanismos de funcionamento da consciência humana.

Mas vou simplificar minha contribuição começando com algumas das impressões que tenho sobre o quão importante é este raciocínio para a mudança de paradigma quanto ao modo como Analistas de Sistemas olham a informação de maneira distanciada dos efeitos que promovem no corpo humano e na própria mente humana.

A informação é como um comando para o corpo e para as células, isto é sabido por meio de algumas pesquisas da psicologia e psicanálise, mesmo o Facebook é um dos gigantes que já conhecem a verdade sobre os efeitos que as redes sociais têm sobre o psicológico e o comportamental dos usuários.

Ainda não sabemos até que ponto pode ser criminoso interferir no fluxo de informações de um indivíduo. Ainda não sabemos o quanto pode ser desastroso interromper a corrente de comunicação de uma pessoa. Ou melhor, sabemos, mas não nos sensibilizamos quanto às consequências disso.

Quando pensamos em Sociedade da Informação e do Conhecimento, geralmente pensamentos em benefícios ou malefícios coletivos. Esquecemos de observar o potencial positivo e negativo que esta mudança social pode fazer em um corpo humano, penso em corpo humano aqui como um ente que emana informações, tal como uma das antenas de transmissão de dados em meio a grande sistema de telecomunicações.

O que pode acontecer a uma consciência desconectada? O que pode acontecer a um corpo que absorve os dados de outro corpo conectado à grande rede? Que tipo de doenças psíquicas e físicas pode acometer um corpo exposto a estes tipos de violações. Às veze, penso que tenho esta resposta mas prefiro pedir ajuda, gostaria que especialistas no assunto contribuíssem respondendo a estas questões.

Uma consciência roubada pode ser um grande caos para o resto da rede. A confusão mental numa rede neural pode ser causada por comandos inadequados inseridos de forma criminosa em meio ao ecossistema.

Um corpo sem consciência ou com a consciência sendo sugada por outro é como uma fêmea sendo ameaçada de perder seu filhote. Creio que seja causa de grande caos não apenas individual mas coletivo.

Sendo assim, a pergunta é simples: até que ponto somos capazes de proteger e respeitar este ecossistema que estamos descobrindo e cada vez mais avançando sobre o domínio da consciência humana?

A informação é uma extensão do corpo humano, já faz muito tempo, desde o momento em que aprendemos as tecnologias mais básicas tais como a escrita, para exercitar nossas memórias.

Portanto, qual nossa maturidade para respeitar o ecossistema de consciências que estamos para desvendar?

A resposta: ainda não pensamos nisso, queremos apenas ser os donos e os comandantes de tudo!

PS.: Foi a violência mais intensa que já sofri, insuportável para um mortal qualquer. 😉

Binóculo Cultural: divulgue para quem faz cultura!


APSA Projetos proprietária da Ana Paula Sena
Analista e Especialista em Gestão de informação. Gestão Cultural.

A violência invisível da Internet ponto BR

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Funciona assim, usam seus perfis, roubam seus contatos e usam os frutos do ócio criativo, pensamento é dinheiro ou excremento?

Você não percebe, inocente sem saber que o GOVERNO quer ser seu coordenador no uso das redes sociais. E lá se vai o sonho de equilíbrio e comunhão na economia digital!

Começa com o interesse político de OCUPAR a rede para fazer seus discursos ideológicos. Termina com uma crise política e uma rede que, se fotografada, não serviria nem de trapo, nem de pano para limpar privadas.

Por isso, só posso concluir uma coisa: o Brasil é nota zero em comportamento na rede. Estabeleceu a barbárie antes da chegada ao futuro. Preferiu usurpar em vez de contribuir.

A população não sabe e não entenderia como é fácil invadir privacidades em massa. Como é fácil para um falsário tirar proveito de outros ID´s na internet.

Precisaremos de uma correção que nos faça voltar um pouquinho atrás… algo como um RETARDAMENTO em prol da nossa educação e colaboração.

Cérebros minúsculos compensados com chips de computador ou talvez a volta às casas em árvores que, para muitos, é onde os nossos saudosos índios moravam antes da chegada dos portugueses.

A selva não é muito longe daqui, fica ainda na atitude dos que se acostumaram a levar vantagem em tudo.

Enfim, minha pátria é linda mas também é sórdida!

 

O PERCURSO NA CURADORIA DE CONTEÚDOS: UM PASSEIO ATRAVÉS DOS DADOS DE 2006 ATÉ 2016

Curadoria de informação.
Binóculo Cultural espalhando notícias por aí!

 

 

Ana Paula Sena de Almeida (Profissional de Informação e Curadoria de Conteúdo – APSA Projetos! www.apsacultura.com.branapaulasena@apsaprojetos.com.)

*Leia este artigo na íntegra.

Resumo: Este artigo trata da experiência pessoal e profissional em pesquisa de curadoria de conteúdo, realizada fora das limitações do meio acadêmico e também sem as interferências dela. É um relato científico de uma atividade realizada diariamente em benéfico do trabalho de produtores culturais e gestores de cultura com o intuito de levar informação selecionada e analisada do ponto de vista da curadora.

Palavras-chave: curadoria de conteúdo, gestão cultural, informação estratégica, conhecimento tácito, insights.

Aqui vai um texto sobre a curadoria de conteúdos escrito para não acadêmicos, mas que também pode servir para os impulsos acadêmicos obsessivos por publicar para pontuar rápido e continuar na academia dando aulas e parecendo mais importante do que os que estão de fora.

Comecei a fazer curadoria de conteúdo em 2006, na época, não dispúnhamos de muitos recursos e plataformas para fazer este tipo de atividade. Comecei fazendo isto no meu bom e velho E-mail do Yahoo.com, na ocasião, eu copiava links de fontes, títulos e resumos sobre as notícias e então salvava tudo em pastas por assunto. Em dois anos tinha bastante conteúdo armazenado para fazer algumas observações contundentes sobre o setor cultural no Brasil. Já era possível apontar algumas fontes, grau de relevância de conteúdos, bem como escapar das armadilhas de conteúdos “manipuladores”, “marqueteiros”, “ideológicos” e “politicamente polarizados”.

Em 2006, chamavam esta atividade de monitoria de informação devido aos meus estudos para o trabalho de conclusão de curso, na especialização em Gestão Estratégica da Informação na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O estudo foi concluído em 2008  e um artigo foi apresentado no ENECULT deste mesmo ano. O TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) ficou com o título de “Gestão Estratégica da Informação para Projetos Culturais”. Após a especialização, continuei colecionando conteúdos de notícias/artigos/publicações sobre o assunto. Não percebi naquela época, mas este ato de colecionar e atribuir significados havia se tornado um vício delicioso. Tornava meu olhar mais atento às diversas questões não apenas àquelas que envolviam o setor cultural brasileiro, mas a outros tópicos e assuntos que foram aparecendo ao longo das “escavações” na rede eletrônica.

Após quatro anos, já em 2010! Nessa fase, foram usadas ferramentas mais interativas e uma delas era o blog. Através do blog era possível replicar o conteúdo de forma mais precisa e fazer a alegria de empreendedores culturais que procuravam conteúdo garimpado na internet e, de preferência, conteúdo pré-selecionado, apurado, gratuito e que apresentasse pistas para novos negócios ou projetos.

As ações de curadoria tornaram-se mais constantes em 2011, período em que a empresa APSA Projetos já estava formalizada no mercado e em que novos projetos foram surgindo junto com as atividades de curadoria de conteúdo.

Inicialmente foram usados arquivos em PDF com o link para as notícias que poderiam estar hospedas no site da APSA Projetos ou no próprio blog do Binóculo Cultural. Aparentemente foi uma ferramenta paliativa, no entanto, serviu para apurar o que de fato seria necessário para o trabalho de curadoria bem como desenvolver melhor a competência de “escavação” e “garimpo de conteúdos”.

Pesquisando um pouco mais, alguns artigos foram estudados e novas ferramentas foram encontradas. Duas delas, muito importantes e agradáveis ao trabalho do curador de conteúdo, PAPER.LI e SCOOP.IT.  Em 2014, os boletins foram confeccionados a partir do Paper.li e depois somente a partir do Scoop.it. Adiante serão apresentados os motivos da escolha.

O Paper.li foi uma experiência de curadoria agradável, no entanto, apresentou poucas alternativas quanto à segurança dos conteúdos selecionados e a flexibilidade de navegar através das coleções também foi tornando o serviço mais difícil na recuperação de algumas informações já disseminadas.

O trabalho de curadoria através do Scoop.it mostrou-se uma ferramenta bastante eficaz com a possibilidade trabalhar com coleções públicas ou privadas. Tendo em vista negócios de curadoria feitos por profissionais que gostam do assunto e de assuntos. As coleções podem ser modeladas em forma de boletins e podem ser enviadas por meio de aplicativos de marketing digital. A facilidade de modelagem dos formatos e a possibilidade de personalização das coleções, bem como a colaboração com pares, é uma das vantagens do Scoop.it.

Estes trabalhos foram realizados gratuitamente durante todo o período de 2006 até 2012. Em 2013, observando o cenário e o mercado foi possível elaborar um outro processo de trabalho que possibilitasse a entrada de recursos mas sem fechar totalmente o acesso às informações. Exatamente por isso, o retorno foi pífio. Mesmo assim, a proposta de trabalhar com acesso livre contando com a sensibilidade dos usuários do serviço é uma prática de colaboração e creio que faz parte das novas práticas para a economia cognitiva, conforme citação de Lévy (1996):

Com as instituições e as “regras do jogo”, passamos das dimensões coletivas da inteligência individual à inteligência do coletivo enquanto tal. É possível, com efeito, considerar os grupos humanos como “meios” ecológicos ou econômicos nos quais espécies de representações ou ideias aparecem e morrem, se propagam ou regridem, competem entre si ou vivem em simbiose, conservam-se ou transformam-se. (Economias Cognitivas).

A publicidade nunca deu retorno financeiro. Mas aprendi o suficiente para afirmar categoricamente que a curadoria de conteúdos movida por ideias, por pessoas que cortam, colam e comentam, trata-se de um trabalho árduo. Evidentemente realizado com prazer porque um curador geralmente coleciona conteúdos dos quais gosta ou que o interessam por algum motivo.

Os blogs ampliaram o poder de alcance da curadoria de conteúdos e depois de percorrer vários países apenas observando os meus relatórios do Google Analytics (Estatísticas de navegação e acesso aos serviços de curadoria), percebi mesmo, que não é privilégio ser internacional, seja qual for o seu assunto de interesse na curadoria de conteúdos ir constituindo um legado de conhecimentos e capacidade de interpretação de cenários é a maior conquista de um curador (insights).

Portanto, o mais interessante é o que acontece com os seus potenciais cognitivos e com suas potencialidades na organização de fatos e insights. É um jogo de associações gigantesco e que se desenvolve de forma matemática, semântica e orgânica. E este jogo vai se desenrolando de acordo com seu apetite de curador de conteúdos.

O curador de conteúdos não precisa ser um robô, um algoritmo, isso alguns pesquisadores já afirmaram e comprovaram que a curadoria de conteúdo movida pelo “toque humano” é um elemento que equilibra e melhora os resultados dos motores de busca, além de interferir nas questões onde os significados podem ficar um pouco confusos para a máquina.

Resta entender o “negócio” curadoria de conteúdo, até onde ele poderá nos levar? Resta saber se esta proporção que beneficia a rede, o curador, a publicidade eletrônica, a audiência das fontes e os meios de comunicação, se poderá transformar-se em riqueza compartilhada (Sharing Economy), gerar empregos informais e rentáveis, fontes de renda mais adaptadas aos sistemas dinâmicos da Economia da Informação e dar forma à possível Sociedade do Conhecimento.

Resta saber se esta forma de nos relacionarmos com os conteúdos poderá ser no futuro próximo, uma fonte de riquezas que promova sustentabilidade de negócios tão individuais (ou não!) tal como são os blogs/plataformas de conteúdo/redes sociais.

A dinâmica do “eu empurro” um conteúdo para frente através da rede social; e, imediatamente, a rede dissemina para os meus contatos, os meus seguidores e até meus concorrentes (que geralmente são os primeiros a copiar, colar e mudar o selo para garantir sua própria audiência); tudo isto é uma grande e multidimensional cadeia de disseminadores/multiplicadores de conteúdo – autônomos – “escavando” e “empurrando” conteúdos e fazendo isto de maneira orgânica na maior parte das vezes.

Então temos uma atividade econômica com incrível potencial de riquezas (tangíveis e intangíveis). E os marqueteiros já se aproveitam disso bastante!

Portanto, nesta lógica sem paredes da rede sem barreiras; não há ingenuidade! De fato, quanto mais livres os acessos, mais riquezas são geradas devido ao compartilhamento do que está livremente disponível.

Eis o dilema! Alguns poucos não desejam compartilhar nada, apenas pressionam para a rede gerar, capturar ou abduzir recursos para si próprios. Estão repetindo uma fórmula antiga da ganância do velho capitalismo que, aliás, está com seus dias contados!

Leia mais sobre as minhas experiências diárias em curadoria de conteúdo e gestão cultural no blog – https://apsaprojetos.wordpress.com/

Agradecimentos aos que colaboram sem tirar pedaços dos que doam! 😉
REFERÊNCIAS

HARCOURT, Wendey. The future of capitalism: a consideration of alternatives. Cambridge Journal of Economics, 2014, 38, 1307-1328. Oxford Journals.

CORRÊA, Elizabeth Nicolau Saad [Org.]. Curadoria digital e o campo da comunicação. Ebook. – São Paulo:ECA/USP. 2012. 79p.

BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria; tradução Carlos Alberto Medeiros. – Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

GABRIEL, Martha. Marketing na Era Digital. São Paulo:Novatec Editora, 2010.

MORACE, Francesco. O que é o futuro; tradução Simone Bueno Silva. – São Paulo:Estação das Letras e Cores, 2013.

PAIM, Ísis (Org.). A gestão da informação e do conhecimento. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Infomação/UFMG. 2003.

LÉVY. Pierre. O que é virtual?; tradução de Paulo Neves. – São Paulo: Ed. 34, 1996. (Coleção TRANS).

Gerando recursos para seu projeto cultural

 

Hoje em dia é muito mais fácil ser o cara da banda do “Eu sozinho”. Fazer um projeto através de plataformas digitais tornou-se tarefa executável, não é fácil num país preconceituoso e centralizador como o Brasil.

Temos uma infinidade de alternativas e nomezinhos bastante populares que caíram no gosto popular, mundialmente falando, crowdfunding, colaboração, sharing economy, compartilhamento, economia digital, gameficação, etc.

Nomes não faltam para conceituar este novo modo de viver todo mundo junto e misturado. Enfim, a união faz a força mesmo quando parecemos tão sozinhos em nossos PCs, gadgets, smarthphones, Googleglass.

Fiz uma colaboração recentemente no projeto de um músico e compositor, liberando espaço no meu site para que ele disponibilizasse suas músicas e iniciasse uma campanha para divulgar a produção e o lançamento de seu novo CD. Neste tipo de projeto, todas as ações e campanhas estão interligadas. Deve-se pensar desde a publicidade até o destino dos contatos que serão feitos ao longo do processo.

Também deve-se prever que a crise política pode colocar tudo em risco. Um país que leiloa os espaços na internet para interesseiros políticos fatalmente coloca tudo a perder num imenso mercado como este apenas em benefícios do interesse político de determinado partido A ou B.

Enfim, é possível gerar recurso para o seu projeto através da internet e também impossível conviver com a tacanhice da gestão pública que sempre quer levar vantagem em tudo e nunca permite liberdade, de fato, nos meandros da rede que é mundial mas está vivendo plenamente uma favelização ideológica. Violência, mentiras e manipulação.

Enfim, o que mais precisamos neste contexto de economia digital é de boas, honestas e baratas plataformas que possibilitem o tal do “Eu sozinho” a trabalhar em paz. O resto é interesse político, corrupção, manipulação da rede e aquele jeitinho brasileiro de nos deixar cada vez mais dependentes de artigos que não nos interessam mais!

Faça você mesmo! Caso precise de insights e expertise, acesse: www.apsacultura.com.br