Em tempos de inteligência coletiva…

o conhecimento voa…

Ano 2050

Compartilhe, identifique-se, seja, pense, energia que vai, energia que vem!

Psiquismo integral (Piere Lévy, O que é virtual? / p.104)

Éter! No Ethernum! (risos)

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O que eu aprendi com Harry Potter

Publicado em abril de 2014 no blog Tumblr – Ponto de Vista APSA.

Ponto de Vista APSA [por Ana Paula Sena de Almeida]

O que eu aprendi com Harry Potter                  

Fortius quo fidelius[i]

Tecnologia da informação e identidades

Este texto poderia começar fazendo referência às diversas obras do cinema e da literatura como Matrix, X-Men, Senhor dos Anéis, O Hobbit. Mas foi na obra sobre o bruxinho Harry Potter que encontrei pistas para as transformações que nos aguardam em médio prazo. Estou falando do mercado digital e da imensa gama de fluxos de informação que dão vida a este mercado.

Por outro lado, também poderia citar autores conhecidos e aprovados pela academia. Para não parecer influenciável, poderia citar só os mais importantes e ligados à raiz da questão a ser discutida aqui. Não alimento rusgas com a academia, já que apenas acompanho seus movimentos a certa distância, lugar que os acadêmicos sabem colocar todo o resto da humanidade (que lhes serve às vezes de meros objetos de pesquisa).

Enfim, voltando às pistas para nosso futuro de médio prazo, tenho algumas impressões ou palpites vindos da minha (nada embaçada!) bola de cristal. O fato primordial é que você, sua identidade digital, são partes integrantes e [in]dissociáveis deste futuro, pois não existem fluxos informacionais sem pessoas clicando, curtindo e compartilhando continuamente. Mesmo que existam robôs/algoritmos que façam isso, eles o fazem sem alma, sem identidade, sem a análise semântica que por hora, só nossos cérebros são capazes de fazer.

Num mundo no qual ficamos “dentro” e “fora” da Matrix e no qual percebemos que existem oportunidades inúmeras de negócios, de pesquisas e de inovação; ficam as perguntas: qual será a fonte de recursos? Apenas a publicidade? Ou a cobrança por serviços especiais prestados através da rede?

Não é brincadeira! A música, o cinema, os museus, os artistas e as artes já estão lá “nas nuvens”! A questão seria perguntar quem vai administrar os recursos captados? Ou quem arca com os custos de manutenção destas plataformas? Uma riqueza intangível jamais vista (ou palpável) está sobre nossas cabeças ocas aprisionadas na visão mercadológica do mundo físico.

O Gringotts Bank, ou banco do Harry Potter seria uma bela metáfora para ilustrar o que vivemos neste comecinho da Era Digital. Muito em breve, nossa “moeda dos trouxas” não valerá nada “dentro” da Matrix. A nova moeda virtual, digital (seja lá o que for!) terá que incorporar a lógica da produção de riquezas “intangíveis” produzidas pelos fluxos de informação tão abundantes.

Ora, se a nova moeda estará diretamente relacionada aos fluxos de informação, peço-lhes para compartilhar algumas breves inquietações:

  1. A Sociedade do Conhecimento virá depois de toda jornada de construção desse novo cenário econômico, baseado em valoração de fluxos informacionais?
  2. Seremos reféns, empregados ou escravos da produção de fluxos informacionais?
  3. Ou, sendo mais otimista, como Pierre Levy, seremos co-criadores ativos responsáveis por uma inteligência coletiva? Vamos construir uma nova Era?
  4. Nossas identidades digitais serão avaliadas como commodities? Seremos reféns da especulação e do consumo instantâneo?

Chega, né?! Melhor voltar à leitura de nosso querido Bruxinho… ócio criativo, já!

Feliz Páscoa!

[i] Banco Gringotts é o único banco do mundo mágico, e é de propriedade e operados por goblins . Foi criado por um duende chamado Gringotes . Seus principais escritórios estão localizados no lado norte do Beco Diagonal , em Londres , Inglaterra . Além de guardar dinheiro e objetos de valor para bruxos e bruxas , pode-se ir lá para trocar o dinheiro dos trouxas para bruxos dinheiro . A moeda trocada por trouxas depois é devolvido à circulação no mundo trouxa por goblins. [1] De acordo com Rúbeo Hagrid , que não seja a Escola Hogwarts de Magia e Bruxaria , Gringotts é o lugar mais seguro no mundo bruxo.

O lema do Banco Gringotts é Fortius Quo Fidelius , um Latina frase que significa “Força através da lealdade”. [2]

Fonte: http://harrypotter.wikia.com/wiki/Gringotts_Wizarding_Bank (acesso em 30/03/2014 – 11h30)

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O polêmico Uber, app querido POR uns e odiado POR Outros [CT Entrevista] – Entrevista Canaltech

Escavado por Ana Paula Sena 

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Para Falar hum pouco Sobre a Presença da Empresa no Brasil, conversamos COM Guilherme Telles, gerente-geral do Serviço nenhum país.

O insight de Ana Paula Sena:
O Mundo muda!

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Secretive bitcoin startup 21 Inc has announced it will be the lead sponsor for the upcoming Bitcoin Job Fair, taking place in Sunnyvale, California, on 18th April.

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Nasdaq anuncia sua primeira parceria com uma empresa de bitcoins

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A Nasdaq liberou sua tecnologia de trading X-Stream para uma startup de bitcoins. Isso significa que a empresa vai adotar a mesma tecnologia usada por Bolsas de Valores para negociar as moedas virtuais.

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A confiança digitalizada

Scooped by Ana Paula Sena

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Sistemas virtuais interpessoais avançam nas áreas de transporte, música, cultura e no uso da moeda

Ana Paula Sena’s insight:
Estava lendo esta matéria na revista impressa e acho importante ressaltar o artigo aqui via Scoop.it para vocês. Não é à toa que ando seguindo notícias sobre Bitcoins e Blockchain.

Payments Veterans Seek to Unlock Blockchain’s Power With Align Commerce

Scooped by Ana Paula Sena

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The bitcoin blockchain can be utilized to store transaction records in its public ledger database, but that is far from its only use case.

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