Gerando recursos para seu projeto cultural

 

Hoje em dia é muito mais fácil ser o cara da banda do “Eu sozinho”. Fazer um projeto através de plataformas digitais tornou-se tarefa executável, não é fácil num país preconceituoso e centralizador como o Brasil.

Temos uma infinidade de alternativas e nomezinhos bastante populares que caíram no gosto popular, mundialmente falando, crowdfunding, colaboração, sharing economy, compartilhamento, economia digital, gameficação, etc.

Nomes não faltam para conceituar este novo modo de viver todo mundo junto e misturado. Enfim, a união faz a força mesmo quando parecemos tão sozinhos em nossos PCs, gadgets, smarthphones, Googleglass.

Fiz uma colaboração recentemente no projeto de um músico e compositor, liberando espaço no meu site para que ele disponibilizasse suas músicas e iniciasse uma campanha para divulgar a produção e o lançamento de seu novo CD. Neste tipo de projeto, todas as ações e campanhas estão interligadas. Deve-se pensar desde a publicidade até o destino dos contatos que serão feitos ao longo do processo.

Também deve-se prever que a crise política pode colocar tudo em risco. Um país que leiloa os espaços na internet para interesseiros políticos fatalmente coloca tudo a perder num imenso mercado como este apenas em benefícios do interesse político de determinado partido A ou B.

Enfim, é possível gerar recurso para o seu projeto através da internet e também impossível conviver com a tacanhice da gestão pública que sempre quer levar vantagem em tudo e nunca permite liberdade, de fato, nos meandros da rede que é mundial mas está vivendo plenamente uma favelização ideológica. Violência, mentiras e manipulação.

Enfim, o que mais precisamos neste contexto de economia digital é de boas, honestas e baratas plataformas que possibilitem o tal do “Eu sozinho” a trabalhar em paz. O resto é interesse político, corrupção, manipulação da rede e aquele jeitinho brasileiro de nos deixar cada vez mais dependentes de artigos que não nos interessam mais!

Faça você mesmo! Caso precise de insights e expertise, acesse: www.apsacultura.com.br

 

 

MIT tem inscrições abertas para programa de formação de executivos

MIT Sloan Executive Education
Nosso portfólio de desenvolvimento de executivos e programas de gestão de refletir núcleo da MIT Sloan missão de desenvolver princípios, líderes inovadores e gerar idéias que a gestão de antecedência prática em um ambiente projetado para promover uma interação peer-to-peer extensa e uma ampla gama de profissionais e culturais intercâmbios.
Escolha entre mais de 30 dois e cinco dias de programas liderados por especialistas de renome internacional do MIT Sloan School of Management do MIT e das escolas e outros centros de pesquisa. Nosso inscrições abertas, programas de desenvolvimento de executivos são oferecidos em três áreas de concentração, que atendam às necessidades e objetivos de negócio dos executivos em todo o mundo: Estratégia e Inovação ; Tecnologia, Operações e Gestão da Cadeia de Valor e Gestão e Liderança .
Para os executivos interessados ​​em um programa de desenvolvimento mais longo, nós oferecemos a cinco semanas Certificado Avançado de Executivos (ACSE) . A próxima sessão terá lugar 28 maio – 28 junho de 2013, e agora estamos aceitando pedidos.
mais informações no portal MIT Sloan Executive Educantion.

Economia Criativa: Empresas Criativas

O Brasil costuma ser bem reconhecido no mundo pela criatividade dos seus artistas na música, no cinema e na pintura. Apesar disso, ironicamente o país é classificado como baixa intensidade criativa quando se fala em inovação nessa indústria que envolve conhecimento, pesquisa e inovação. Estudos recentes do IPEA e da Unesco mostram que o Brasil precisa melhorar os negócios que envolvem a chamada Economia Criativa, setor que reúne a produção de livros, música, cinema, softwares e outras artes e espetáculos.
O Ponto de Vista recebe a pesquisadora Júlia Zardo para conversar sobre os fundos de investimento e incubadoras para empresas iniciantes. Ela faz doutorado sobre o tema e coordena o Centro de Cultura Empreenderoa da PUC do Rio de Janeiro. Júlia conta que já há mais de 400 incubadoras no Brasil e que a novidade é o surgimento das aceleradoras de negócio, mostra de que o mercado está amadurecendo.