Gerando recursos para seu projeto cultural

 

Hoje em dia é muito mais fácil ser o cara da banda do “Eu sozinho”. Fazer um projeto através de plataformas digitais tornou-se tarefa executável, não é fácil num país preconceituoso e centralizador como o Brasil.

Temos uma infinidade de alternativas e nomezinhos bastante populares que caíram no gosto popular, mundialmente falando, crowdfunding, colaboração, sharing economy, compartilhamento, economia digital, gameficação, etc.

Nomes não faltam para conceituar este novo modo de viver todo mundo junto e misturado. Enfim, a união faz a força mesmo quando parecemos tão sozinhos em nossos PCs, gadgets, smarthphones, Googleglass.

Fiz uma colaboração recentemente no projeto de um músico e compositor, liberando espaço no meu site para que ele disponibilizasse suas músicas e iniciasse uma campanha para divulgar a produção e o lançamento de seu novo CD. Neste tipo de projeto, todas as ações e campanhas estão interligadas. Deve-se pensar desde a publicidade até o destino dos contatos que serão feitos ao longo do processo.

Também deve-se prever que a crise política pode colocar tudo em risco. Um país que leiloa os espaços na internet para interesseiros políticos fatalmente coloca tudo a perder num imenso mercado como este apenas em benefícios do interesse político de determinado partido A ou B.

Enfim, é possível gerar recurso para o seu projeto através da internet e também impossível conviver com a tacanhice da gestão pública que sempre quer levar vantagem em tudo e nunca permite liberdade, de fato, nos meandros da rede que é mundial mas está vivendo plenamente uma favelização ideológica. Violência, mentiras e manipulação.

Enfim, o que mais precisamos neste contexto de economia digital é de boas, honestas e baratas plataformas que possibilitem o tal do “Eu sozinho” a trabalhar em paz. O resto é interesse político, corrupção, manipulação da rede e aquele jeitinho brasileiro de nos deixar cada vez mais dependentes de artigos que não nos interessam mais!

Faça você mesmo! Caso precise de insights e expertise, acesse: www.apsacultura.com.br

 

 

Combate à corrupção ‘engatinha’ no setor empresarial do País

Scooped by Ana Paula Sena

Combate à corrupção ‘engatinha’ no setor empresarial do País – GOVERNANÇA – ECONOMIA

ECONOMIA – GOVERNANÇA – Combate à corrupção ‘engatinha’ no setor empresarial do País – – 09/12/14

Ana Paula Sena’s insight:
#Quebreacorrente 

Guarde na sua cabecinha 2, e acabou!

Ana Paual Sena 

No artigo anterior, escrevi sobre os perigos de compartilharmos tudo que sabemos, sobre a cobiça criativa que nos inferniza e sobre a economia vingativa que pode ser uma das consequências desse desequilíbrio das relações em redes sociais na internet.

imagem da internet.

Escrevi também sobre os seguidores que se aproveitam de conhecimentos alheios para se promoverem sem pagar nada por conhecimentos que levariam meses para constituir. No mínimo teriam que comprar um livro, participar de um curso ou uma palestra. 

Mas enfim, o setor cultural anda mesmo sendo engolido pela sua máxima superior e populista chamada “é grátis”, agora anda às voltas com uma dor de consciência absurda pois as suas Leis de Incentivo à Cultura não financiam tudo, mas apenas alguns dos seus escolhidos.
Os empreendedores culturais nunca serão empreendedores se continuarem usando pires para recolherem seus ganhos ou seus salários. Os postos de trabalho dos tempos de hoje são tão absurdamente novos que muitos ainda nem foram catalogados pela Organização Mundial do Trabalho.
Enfim, como tudo tem pontos positivos e negativos, esse recado serve para sermos mais atentos na hora de compartilharmos informações. Aliás, quando me perguntam porque não publico artigos ou e-books sobre essas impressões, digo que as mudanças estão acontecendo de uma forma tão acelerada que mal dá tempo de absorver ou erguer conceitos muito sólidos. 
Creio que as redes sociais trazem tantos reflexos sobre essa sociedade em transformação que será, por hora, mais viável observa-la nesta ferramenta caótica do que em artigos científicos sisudos e engessados.
Guardo comigo o essencial para me reinventar todos os dias, já que  estamos falando de uma sociedade que nos compele a produzir conteúdos sobre nossas rotinas, carreiras e até intimidades. 
Guardo comigo o que é essencial na reinvenção dos meus espaços neste universo de multiplicidades adversas.
O resto, aquilo que não guardo, processo em textos, imagens e sons possíveis de se compartilhar a título de conquistar um pequeno lote na ocupação do grande cérebro digital que vem construindo um mosaico sobre a humanidade.

Tem gente que te usa e não te paga!


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Tem um grande guru africano, chamado Shupakiprvsebabha que diz o seguinte: “Quem deve a Deus, paga ao Diabo que costuma cobrar muito mais caro!” (Viu Sra. Gestão Pública!)